Cashmere Colorama + Reflexos Dourados + Matt Plus

15 jul

Ok, dessa vez não rolou foto segurando um vidrinho porque a cor das minhas unhas é uma super-combinação! Andava com dificuldades de acertar fazendo as unhas em casa com esmalte escuro, e todo mundo sabe que é bem mais fácil acertar com esmaltes clarinhos! Por isso apelei pro Cashmere da coleção Urban da Colorama, nude que pra mim fica bem nude mesmo, com uma mão do Reflexos Dourados também da Colorama e o Matt Plus da Big Universo pra dar essa cara diferente e sair um pouco do comum já que esmalte nude é meio chato (eu acho!). Fiquei feliz com o resultado, tenho o Matt Plus faz um tempão, preciso experimentar mais com ele. Só acho que faz muita caquinha já que “amolece” o esmalte por baixo…

Ah, e apesar de tantas demãos, não ficou nada grosso, o que é um pequeno milagre!

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Sombras da Linha Intense

15 jul

Outro dia, sismei que queria uma sombra azul escuro meio metálica e na hora lembrei da que existia na linha Intense do Boticário. Gosto bastante das makes do Boticário, mas nunca tive coragem de pagar o preço dos trios de sombra da coleção normal, por isso fiquei mega feliz quando lançaram essa coleção versão “econômica” das coisas deles. Além dessa sombras, tenho o delineador que acho bem prático e digno pelo preço.

A sombra verde tenho faz um tempinho, comprei pra usar na minha formatura em março… as duas tem uma pigmentação bem decente e um acabamento meio brilhoso que tenho até gostando ultimamente. Uso com um pincel chanfrado molhado pra delinear os olhos (no lugar de delineador). Antes, uso o Primer Potion da Urban Decay e uma sombra opaca cor da pele porque tenho as pálpebras oleosas. Tenho usado essa combinação pra trabalhar e dura um tempão. Como as cores ficam bem escuras, é uma alternativa pra usar make mais escura nos olhos sem ter que ficar nos já-meio-clichês marrons e preto! Eu bem que queria usar menos maquiagem, mas, pra quem não sabe, tenho quase 1/4 de século e todo mundo sempre me dá pelo menos cinco anos a menos! Sim, uso maquiagem escura pra ficar mais velha e adulta! ;p

A azul  escura tem uma cintilância azul e um fundinho meio chumbo quando esfumada e a verde é um verde meio militar/oliva com cintilância dourada. Dá pra perceber? ;D

O único porém com elas é que acho que não esfumam tão bem assim! Digo, a cor fica bonita quando está forte e concentrada mas na minha opinião não rola esfumada! Pra esse uso, prefiro as da Urban Decay e da Revlon em cores mais neutras (a minha preferida pra esfumar é sem dúvida a Toasted da UB) que infelizmente não são tão acessíveis assim…

P.S.: O quebradinho na sombra verde é porque tentei “desempotar” pra colocar numa paleta, mas não rolou e desisti antes de esmigalhar mais a coitada. A parte mais escurinha na azul é porque molhei antes de usar hoje de manhã! ;)

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Sábado Preguiçoso

10 jul

Mal voltei a ter uma rotina e já tô amando sábados! Se antes me preocupava um tanto sobre que roupa vestir, já que fim de semana era o único dia que saia de casa pra fazer algo, agora tô curtindo essa preguiça de pensar. Aliás, tô bem feliz com meu trabalho novo, com as oportunidades e mudanças na minha vida! Tão bom me sentir produtiva e útil. ;)

Sábado, pra quem é casada (ou mora longe dos pais) e trabalhadeira é dia de fazer a faxina atrasada e lavar roupas. Como não queria fazer mais bagunça do que já temos na cozinha, optamos por almoçar no Zapata, um dos meus lugares favoritos aqui em Curitiba, onde rola uma sequência de pratos mexicanos super digna! Felicidade com sabor de guacamole!

Combinação fácil mas ainda sim moderninha: meia-calça Lupo, galocha Capelli comprada na Urban Outfitters, maxi camisa/vestido  e jaqueta de couro (fake) H&M, bolsa de mão/carteira comprada no Beacon’s Closet (brechó em NY).

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Vestido de renda da Renner

4 jul

Lembram do post onde contei a história do Trovãozinho, Fusca 75 comprado pelo Rafael em março? Bom, se não leu ainda, recomendo a visita ao post onde contei um pouco da minha história com o Rafael e de como o Trovão entrou na nossa vida! Até tentei resumir, mas é história é longa… respira fundo e vai lá!

Sei que vou ser julgada por ser praticamente casada um cara que anda de Fusca (faz parte!), mas a verdade é que a gente tem milhões de outras prioridades e definitivamente, carro não faz parte disso agora! Só que em Curitiba viver sem carro ficou impossível. Nem as calçadas ajudam na hora de trazer as compras do supermercado pra casa! Quem dirá depender de ônibus quando você precisa ir até algum lugar longe das linhas principais.

Mesmo assim, durante a semana (normalmente) o carrinho fica na garagem. Agora nós dois trabalhamos no centro (tô empregada, uhul \o/) e vamos de ônibus pra lá. Moro há uma quadra dos bi-articulados e meu trabalho fica super perto também. 15minutos e tô lá, sem ter que me preocupar com estacionamentos.

A rotina só foi meio diferente nas últimas semanas porque fiz um curso (de pouco mais de um mês de duração) de Coolhunting na Lemon School que fica no Alto da XV à noite e o Trovãozinho foi uma mão na roda porque lá é longe dos ônibus e meio perto da rodoviária (=tenso). Como eu não dirijo (apesar de ter carteira de motorista!), segundas e quartas o Rafael me buscava e me trazia em segurança pra casa!

Fora essas eventualidades, a gente só tira o carro da garagem aos fins de semana pra dar umas voltas por aí, fazer compras e essas coisas. Não tenho vergonha de andar de Fusca, até porque é uma questão de prioridade (e orçamento!). Não é o ideal, é verdade, mas carro é uma bela maneira de se acomodar. Sou muito nova pra ficar acomodada, gosto um monte de andar por aí, ver a cidade mudando e tudo isso. Carro é uma coisa muito louca, né? Quando vou pra Brusque, vejo meus pais e meu irmão completamente dependente deles numa cidade muito menor e fico meio aliviada de saber que ainda dá pra se virar aqui sem (apesar de tudo).

Hoje a gente saiu pra tomar café (fomos no Brooklyn Coffee Shop no São Francisco – super indico!) e fazer compras (sou muito dona de casa!) e aproveitei o estacionamento do supermercado pra bater essas fotos e mostrar o vestido rendado que comprei na Renner ontem! Tô adorando essa tendencinha mais romântica pra virar mulherzinha, achei bem conveniente!

O vestido de renda é da Renner, o cardigã veio da liquidação da Zara (tenho vários deles – amo!), o cinto de lacinho comprei numa loja do Shopping Estação que não lembro o nome, meia calça fio 40 opaca da Lupo, bolsa da Zara, Oxford H&M e relógio Michael Kors.

E esse é meu motorista e fotografo particular – o dono de Fusca mais charmoso de Curitiba!

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Fim de semana em Brusque

29 jun

Esse fim de semana eu e o Rafael fomos pra Brusque (Santa Catarina) visitar meus pais, avós e irmão e ver como andam as coisas por lá. Por sorte, fez um fim de semana bonito, com sol e até um tantinho de calor. Conseguimos descansar bastante, sábado dormimos a tarde inteira. Não sou muito fã de Brusque nem gostaria de voltar a morar lá, mas sempre vai ser a cidade onde cresci e na qual vive minha família, o que traz muitas lembranças.

Domingo fomos almoçar na Pousada (e restaurante!) Cantina Italiana em Nova Trento e aproveitei pra pentelhar o Rafael e fazer ele bater umas fotos pra postar. Queria poder parar pra aproveitar a paisagem montanhosa pra bater as fotos, mas com meu pai dirigindo isso é praticamente impossível! Então vão as fotos no estacionamento da pousada mesmo.

Como falei, o clima estava agradável então aproveitei pra colocar as pernas de fora, até porque adoro essa saia da H&M meio Miu-Miu inspired. A camiseta veio da Magnolia Bakery, o cardigã é Zara, oxford Urban Outfitters, bolsa Longchamp, óculos escuros Marc by Marc Jacobs e relógio Michael Kors.

……………….

À tarde, a gente foi até na Arena Multiuso/Pista de Skate, onde rolavam showzinhos de algumas bandas locais e alguns amigos meus “das antigas” estavam tocando. Uma pena que não deu pra ver muita coisa (o tempo era curto e a gente precisava voltar pra Curitiba). Mesmo assim, aproveitei pra bater algumas fotos com a minha Lomo Diana Mini (vou esperar acabar esse rolo de filme pra escolher as melhores e fazer um post aqui sobre isso).

O melhor de tudo foi descobrir que nesse momento, existe uma cena alternativa em Brusque, com bandas e pessoas que vão ver. Pessoas que em sua maioria ainda estão no colégio, o que serviu pra me lembrar que tô meio velha pra essas coisas (rs!), tava cheio de adolescentes tomando “tubão” e tudo isso. Mesmo assim achei legal, provavelmente pelo cenário bonito que tava rolando, fim de tarde, bandinhas, pista de skate e tudo isso. Impossível não ficar nostálgica.

Todas as fotos por Rafael Castro.

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Mad Men

24 jun

Tudo começou numa discussão sobre seriados na minha sala de General English da Kaplan. Apesar do vício ser recente, eu gosto bastante de seriados, e assisto vários deles, mas admito que tirando Law&Order SVU e House, a maioria é bem “teen“. Outro dia descobri que a minha prima – que tem 14 ou 15 anos – assiste True Blood, e isso acabou um pouco com a moral de dizer que era o meu favorito. Ah, é. Além desses acompanho Greek – cujas duas primeiras temporadas são amor absoluto pra qualquer pessoa que morou fora de casa pra estudar, freqüentou festas de república, bares da faculdade e tudo isso; Gossip Girl, Glee e Vampire Diaries. Nunca vi nem pretendo ver Lost. Assunto encerrado.

Voltando a discussão sobre seriados, a Amanda, professora da turma, falou que Mad Men era o seriado favorito dela e deu uma descrição bem bacana dele, que me deixou curiosa. Quando voltei pro Brasil, corri pra baixar, e apesar de não ser mega viciante (principalmente os primeiros episódios), depois que você vai conhecendo e se ambientando no universo dos personagens da Sterling Cooper, agência de publicidade que fica  novaiorquina na década de 60, é impossível não se interessar.

O seriado gira em torno do intrigante diretor de criação da agência, Don Drapper, interpretado por Jon Hamn. Drapper é um publicitário brilhante, ganhador de vários prêmios, que tem um passado (e porque não um presente?) tão misterioso que qualquer coisa que eu fale aqui pode ser spoiler! Em torno dele gravitam vários outros personagens, como Pete Campbell, Peggy Olsen, Joan Holloway, Betty Draper… todos eles com suas próprias histórias e dramas!

Duas atrizes que interpretam personagens femininas importantes acabaram ganhando bastante espaço na mídia com sucesso da série. Uma delas é January Jones, que interpreta Betty Draper, de quem não vou falar muito pra não acabar com a magia dos primeiros episódios pra quem nunca viu…

E a outra Joan Holloway, interpretada por Christina Hendricks, gerente da Sterling Cooper , mulher independente numa época em que as mulheres ainda tentavam encontrar seu lugar no mundo, que usa e abusa do seu lado sexy e feminino.

Desde que comecei a acompanhar o seriado, percebi várias referências a ele por aí. Tudo bem que volta e meia coisas de décadas passadas são trazidas de volta a tona, e que seriados (e filmes…) são uma ótima maneira de criar releituras sobre seus respectivos temas. E que desde que estreou (em 2007) o seriado aparece volta e meia como referência. Mas parece que 2010 é sem dúvida, o ano de Mad Men. Quer ver?

A Mattel anunciou o lançamento, em julho de 2010, de bonecas Barbie licenciadas, que fazem parte de uma série direcionada para colecionadores adultos.

Editorial de 14 páginas da edição de julho de 2010 da Vogue America, fotografado por Peter Lindbergh com Natalia Vadianova e Ewan McGregor.

Referência mais antiguinha: desfile de outono de 2008 do Michael Kors.

E a proposta da Louis Vuitton pro outono de 2010 nas passarelas…

… e na campanha nova (que vi hoje no Petiscos), de novo com Natalia Vadianova (e Karen Elson e Christy Turlington) que pra mim é uma referência quase explícita.

Compara com essa imagens de divulgação do seriado…

A quarta temporada estréia daqui a um mês (a primeira imagem do post é um dos cartazes de divulgação) e já gera uma ansiedade enorme no meu coração (detalhe que nem acabei de assistir a primeira temporada ainda, haha)!!

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Impala Gloss Julieta e Risqué Charminho Lilás

21 jun

Pelo que percebi, na blogsfera “esmaltistica” tá todo mundo empolgado com a Copa (aqui, aqui e em vários outros lugares… é só googlar pra encontrar inspiração). Até estou acompanhando os jogos e tal, mas não sou tão torcedora assim e como vejo tudo em casa mesmo, no meu sofá com a minha TV de 22″ (na Globo!), não rola empolgação nenhuma de comprar bandeirinha e camisa pra ficar torcendo. Imagina de tentar fazer nail art (que nem curto) verde e amarela?

Sexta-feira resolvi pintar as unhas (em casa!) pra ir pruma baladinha aqui onde uma amiga querida ia discotecar e… quando vi já tava com esse roxo meio glitter meio metálico da Impala, bem feliz! Gostei bastante porque é fácil de passar, com duas camadas já tá super ok, e seca rápido! Bati essa foto hoje, ou seja, 3 dias depois e ele continua firme forte e lindo! E continuo amando glitter e metálicos até enjoar!  ;)

…………

Como estou habilidosa fazendo as unhas em casa (vai entender, tem épocas que nada dá certo, tem épocas que pego o jeito), estou trocando bastante a cor delas!

Também fiquei uns dias usando o Charminho Lilás da Risqué na última semana… infelizmente, só rolou foto da webcam porque esqueci de bater com a câmera de verdade. A cor é um rosa com fundo azulado, já ouvi falar que é o Snob dos esmaltes, mas não é tão azul quanto nessa foto, tá? Minha webcam sempre deixa tudo mais… ahm, azulado!

(usando o 205 – Disco, batom da recém-lançada nova coleção do Duda Molinos que comprei segunda-feira passada – e que é bem mate, mas também foi alterado pela webcam – vai entender!)

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Alimentação em NY: Comendo com estilo

21 jun

Opa! Tô super desaparecida por aqui esses dias! Tentei manter um ritmo mas nem preciso dizer que postar, além de força de vontade depende de muita inspiração! E  rolaram tantos problemas (coisas da vida) ultimamente que ficou difícil ter cabeça pra vir aqui escrever…

Mas estamos voltando a programação normal… ou pelo menos tentando!  Esse é o penúltimo post sobre lugares pra comer em NY, testados e aprovados por mim!!! Relembrando, já falei aqui dos restaurantes “étnicos” e do Whole Foods Market.

Mais uma vez, o Schiller’s foi indicação da Aida, e o Life Cafe… bom, tem essa banda chamada Bright Eyes que gosto um tanto, banda de um homem só, “liderada” pelo Conor Oberst, que apesar de natural de Omaha, no Nebraska, mora há alguns anos no East Village em Nova York. Como a Kaplan onde estudei ficava no East Village, durante a organização da viagem, googlei Conor Oberst + East Village e encontrei essa matéria da NY Mag que falava que o Life Cafe era um dos lugares favoritos dele pra sair.

Não, não sou tão fanática assim a ponto que ir lá tentando encontrar o Conor (meio óbvio, né), mas com tantos lugares em Nova York, qualquer indicação vale ouro! Depois de olhar o site, e descobrir que o lugar era bem antiguinho (existe desde 1981, há quase 30 anos!), avaliar o cardápio e ver toda uma variedade de pratos com influência tex-mex e algumas opções vegetarianas, achei que valia a visita! Além disso, dizem que foi nos cantos escuros que do Life Cafe que o cara que escreveu o musical Rent encontrou inspiração. E que o bar é inclusive citado no musical. Não sou a maior fã de musicais, mas dizem que o Rent é bem bacana…

E o que isso tem a ver? Bom, foi praticamente sozinha no interior (escuro) do bar (tava quase todo mundo lá fora, era primavera em Nova York!) depois de um longo sábado de caminhadas, que incluiu uma visita ao MET com um drink no “roof”, que saboreei o prato do dia no Life Cafe, alguma coisa tex-mex com camarões, feijão, arroz e muita pimenta! E claro, mais um drink, porque eu já estava há 3 semanas em Nova York e esse foi o primeiro dia que eu criei coragem pra pagar 10 dólares neles (e foram dois no mesmo dia…)!

Jantar sozinha num restaurante é uma coisa bem estranha, mas depois de um tempo você desencana e aceita sua auto-suficiência! Sobre a comida, bom, eu não sou fã de pimenta, mas estava ótima! E o drink melhor ainda… até o atendimento merece elogio, geralmente você nunca é mal atendida em NY, mas nesse dia o garçom foi super simpático, coisa rara!

O Life Cafe fica na esquina da 10th St com a Avenue B, numa das esquinas do Tompkins Square Park, em Alphabet City!

O Schiller’s foi a terceira indicação da Aida (que também me indicou o Cafe Mogador e o Café Habana do post de comidas étnicas) e apesar de ter amado o Mogador, acho que esse foi meu favorito!

Não sei se já falei aqui, mas tinha café da manhã e janta incluídos na diária da homestay que fiquei (conveniado da Kaplan), então não compensava muito sair pra jantar. Com um café da manhã bem reforçado e ciente de que os americanos encaram a janta como a refeição principal, geralmente eu almoçava alguma salada no Whoole Foods – comi pouquissímas – acho que no máximo 3 ou 4 vezes – no Burguer King / McDonald’s / Wendy’s – , fazia um lanche no meio da tarde (frutinhas do Whole Foods, sorvetes ou cupcakes) e jantava quando voltava pro Queens lá pelas 9 ou 10h da noite todo dia… era muita comida e a dona da casa realmente fazia questão que a gente jantasse com vontade!

Foi graças a essa rotina que eu sempre acabava indo almoçar nos lugares – e não jantar ou aproveitar o “brunch“! O dia que fui no Life foi uma exceção porque era fim de semana, e eu sempre acordava tarde e acabava pegando o J train mais tarde ainda.

Mas enfim… voltando ao Schiller’s, ele fica no SoHo, em uma região bem bacana, mas não muito perto de Alphabet City & cia (esquina da Rivington com a Norfolk). No dia que fui almoçar lá estava bem afim de alguma coisa saudável e acabei pedindo essa salada de folhas verdes com abóbora que estava DIVINA! Ela veio acompanhada de um pão e azeite de oliva (no pratinho ali do fundo) e não precisava mais do que isso… consigo, só de lembrar, sentir o gosto na minha boca! Ótima indicação!

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Make com Glitter: Katy Perry em California Gurls

18 jun

Não sou fã de música pop (afirmo sem nenhuma dúvida). Apesar disso, na mesma intensidade que não sou fã, também não tenho preconceitos. Rola até uma curiosidade, na verdade. Volta e meia baixo um ou outro álbum “da modinha” pra ouvir no Ipod ou procuro algum vídeo pra assistir no YouTube (pra me atualizar). Não acho bacana ficar isolada do mundo, sem sacar o que tá rolando naquela conversa aleatória. E embora nem toda “modinha” tenho o talento da Amy Winehouse, infelizmente não dá pra ignorar…

Logo, eu sei que o mais recente lançamento da Lady Gaga – o soturno Alejandro – acabou abafado pelo clipe colorido mas não por isso menos bizarro da Katy Perry com participação do Snoppy Dog. Já viu?

Deixando a rixa entre a costa leste e costa oeste de lado (Califórnia vs Nova York, é isso?), além de todas as bizarrices, doçuras e a nudez mais desnecessária dos últimos anos da música pop, uma coisa que chamou a minha atenção no clipe foi a maquiagem porpurinada! Super divertida!

Em pleno inverno curitibano, minha vontade atual é me jogar na paleta da Urban Decay ou até investir em alguma maquiagem com mais glitter pra dar aquela cor nos outfits monocromáticos estação mais fria do ano e brilhar muito!

Mas claro que dai a gente volta pro mundo real e lembra que a Katy Perry é uma popstar e eu sou só uma menina normal… melhor se inspirar na sósia “indie” dela, a Zooey Deschanel, que pelo menos é mais inspiração (do tipo usável) e menos loucurinhas!

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Compras em NY: blushes!

11 jun

Apesar de já ter apresentando extra-oficialmente outras coisas que vieram na minha mala (Pincéis EcoToolsUrban Decay, DiorSkin Nude e  Neutrogena Healthy Skin Enhancer), esse é o primeiro post de verdade sobre coisas que comprei em Nova York! Não, não vão existir muitos, até porque hoje em dia, sou a favor da qualidade: prefiro gastar mais em algo bom do que comprar um monte de coisinhas baratas!

Mesmo assim, se tem uma coisa em maquiagem que realmente desperta meu lado consumista são blushes! De acordo com o meu humor e o momento da vida (e a cor do cabelo?), acabo mudando também a minha cor favorita! Ano passado tinha feito esse post apresentando minha coleção naquele momento, que já não era pequena. Mas com tantas Sephoras e a seção imensa de maquiagem das Duane Reades é óbvio que ela ia aumentar. Analisando por esse ponto de vista até acho que fui bem comedida nas escolhas. Olha só o que eu trouxe:

Poisé, entrei numa vibe de blushes rosa! E o Quickie da UD é o rosa perfeito, tem uma luminosidade linda (não tem brilhos, ele é um rosa luminoso mesmo), e combina muito com o tom da minha pele. De longe o meu blush favorito ever. Pena que a embalagem é tão micro!

Comprei o Neutrogena porque não resisti ao mosaico. Gostei porque ele é bem mate, bom pra usar em situações onde você não quer que o blush apareça tanto. Acho a embalagem meio grandalhona, ruim de carregar, e enfim… podia ter pelo menos um espelhinho nisso.

Por fim, como viajo bastante, comprei o Orgasm na versão The Multiple, que é mais prático e ainda tem função 3 em 1 (pode ser usado como sombra, batom e blush). Quebra um galhão e tem uma cor bem bonita, apesar de ser bem brilhoso (esse tem brilhos de verdade, dourados). Acho os produtos da Nars um luxo, tudo é lindo e parece ter uma qualidade excelente, mas com a minha empolgação na sessão da Urban Decay, foi só isso que acabei trazendo da marca! ;D

Tentei fazer swaches das cores, não ficou lá aquelas coisas, mas pelo menos dá pra sacar a diferença entre eles. Ignorem que coloquei um “UB” onde deveria estar “UD”. Rs. Acontece.

Na Sephora, o Quickie custa U$17, e o The Multiple sai por U$38 (ouch!). Tudo isso mais taxas. O Neutrogena custou alguma coisa na faixa dos 12 ou 13 dólares e eu realmente acho uma pena que a gente não tenha acesso a todos os produtos da marca (que eu adoro) no Brasil!