It’s just another saturday…

Tudo bem que esse sábado foi “18 de maio” e não 16, mas não resisti à referência a música do Lagwagon que marcou a minha adolescência no título do post. Fazem uns 10 anos que todo ano, quando olho no calendário na data, lembro de um show deles que perdi em Balneário Camboriú lá por 2002! Bons tempos.

O look, aliás, é cheio de referências a essa época. Cresci e fiz muitos amigos indo em shows de hardcore (inclusive conheci o Rafael graças a isso!) e admito que esse passado influenciou grande parte do que eu sou hoje. Quando tô me sentindo triste e desanimada, ou precisando de um empurrão, acho que nada me empolga mais do que ouvir Hot Water Music (tenho um rascunho de post encaminhado sobre isso, aliás!), e naqueles dias que fico meio revoltada com o mundo sei que só Bad Religion salva.

Claro que meu gosto musical diversificou bastante com a tempo (só dar uma olhadinha no meu Last.FM pra comprovar isso), mas no fundo no fundo eu ainda gosto de me sentir aquela Nayara meio irônica (“espirituosa”, como um professor do colégio chamou uma vez) que não dava muita importância pro que os outros iam pensar. Ou ainda melhor, de ser aquela Nayara que gostava de fazer coisas inesperadas só pra sair do comum.

Não costumo comentar muito sobre essas coisas aqui, mas nas últimas passei por um processo seletivo de trainee meio tenso, cheguei até a última fase (depois de sete seletivas fiquei entre os 100 finalistas de quase 7 mil candidatos – eram 11 vagas) e foi impossível não me questionar sobre quem eu sou de verdade, até porque autoconhecimento é uma das competências avaliadas. Talvez em breve entre mais em detalhes (tenho pensando se vale a pena escrever sobre isso aqui), mas o fato é que se eu tivesse passado, sei que até o jeito que eu me visto teria que mudar. E apesar de gostar da ideia (já falei que gosto de mudanças, né?) de exercitar a criatividade em um trabalho mais formal, admito que sou bem apegada ao dresscode de agência!

E só pra marcar o fim desse processo seletivo (e o alívio de não precisar me preocupar em “formalizar” o guarda-roupa por enquanto!) fiz algo que eu estava almejando há algum tempo, e que não fazia porque tava no meio dessas dinâmicas: descolori e pintei as pontas do cabelo de turquesa!!!

Foi o grito de liberdade que eu tava precisando! Por mais que essa coisa de cabelo colorido esteja naquela lista de coisas que você não deve fazer quanto está mais perto dos 30 do que dos 20, não é algo que realmente importa pra mim. Pra quem não lembra, já tinha passado umas semanas (essas tintas desbotam super rápido!) com o cabelo rosa no começo do ano passado.

Mais uma vez fiz todo o processo em casa mesmo, misturando um pouco de tinta azul com a verde que serviu de base. Sei que o resultado não vai agradar todo mundo, mas assim como a versão rosa, me deixou bem feliz. Vai desbotar com o tempo e ainda não decidi o que vou fazer quando ficar sem paciência pra ficar retocando, mas enfim, vamos deixar pra pensar no que vem depois, depois.

Por enquanto vou aproveitar o cabelo colorido pra usar looks bem rockers como esse de hoje pra ir almoçar no Mercado Municipal e depois continuar o passeio de dona de casa no supermercado (mega programão de fim de semana, diz aí!).

Esse jeans skinny da Zara me lembra muito um da Triton que era minha marca registrada na adolescência (sempre ela!) pela carinha detonada. Sim, quando liberaram jeans no colégio (na oitava série!), eu já era rebelde sem causa e só usava jeans skinny e detonado. Usei tanto que uns anos atrás enjoei e até parei de usar, mas esse modelo é tão confortável que não resisti… Pra completar o look, meu velho companheiro da Nike (já apareceu em posts aqui e aqui), jaqueta de couro fake da coleção da Maria Filó para C&A, t-shirt básica de mescla cinza da Gap, scarf de caveiras (ainda chamam esses de McQueen inspired?) comprado numa dessas lojinhas de bijouteria genéricas por quinze reais, bucket bag da Renner (a mesma desse post) e relógio prata da Casio comprado no eBay (tô apaixonada por ele, pode?).

Apesar da combinação básica (tênis+jeans+jaqueta), a personalidade do look está nos detalhes. Adoro a versatilidade de combinar algumas peças-chave e não ter que me preocupar com muita coisa. Essa semana fez bastante frio em Curitiba, e se precisasse já tinha preparado um cardigã (daqueles já clássicos da Zara) pra usar por baixo da jaqueta. Com certeza não estragaria o visual e me deixaria ainda mais quentinha.

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Instapost

Pra não dizerem que eu sumi de novo, resolvi organizar um post com algumas fotos do meu Instagram contando um pouco da rotina (ou ausência dela!) nessas últimas semanas.  Como já passou um tempo que as coisas desse post aconteceram e eu não parei desde então, logo deve rolar uma parte 2.

Pra começar, minha despedida do povo do meu ex-emprego! Siiim, quase um ano depois, troquei de agência mais uma vez! Pra quem não tá acostumado com esses mundos da publicidade e da internet pode até parecer  incomum, mas é bem difícil encontrar pessoas que trabalhem na área paradas em um lugar só por um longo período de tempo!

No meu caso, essas mudanças frequentes tem a ver com querer aprender e encarar novos desafios, trocar de ares, um pouco de tédio que vai tomando conta… enfim, tudo junto misturado! A parte ruim é que depois de tantos meses convivendo diariamente com as mesmas pessoas você se apega e sabe que vai sentir muita falta. É difícil dar tchau, mas é sempre bom poder confraternizar com pessoas tão queridas! São elas que fazem tudo valer a pena.

Logo na sequência, viajei pra Brusque pra visitar a família no feriado do comecinho do mês. Rolou chuva, rolou trânsito, mas nem preciso esconder o quão delicinha é estar perto daqueles que mais me entendem, né? Tava precisando muito de colo, carinho e mimos dessa vez! Também aproveitei a viagem pra bater perna na FIP e rolaram uns achados bem bacanas! Vamos ver se consigo fotografar uns looks com eles. ;)

E já que estamos falando de achados, finalmente fui pega pela febre dos maxicolares! Eles são a maneira mais simples de deixar qualquer look básico mais arrumado, e esses dois das fotos são os mais usados do momento. O dourado com preto, meio parecido com aquele famoso da House of Harlow, veio direto da C&A, e o prata com branco é achado do eBay! Alias, fiquei tão empolgada com eles que já tem mais dois (maiores e mais chamativos) a caminho!!! eBay é amor. 

Outro xodó que eu não consigo mais viver sem é o tênis Miu Mius inspired da Santa Lolla! Morri de amores desda primeira vez que coloquei os olhos nele e não resisti ao apelo do acerto do trabalho antigo quentinho na conta. Trouxe pra casa e sério, assim como a sapatilha de caveira que eu não tirei do pé por um bom tempo (e que só dei um descanso porque ela já tá bem gasta, tadinha), foi uma ótima compra! Nada como um calçado mais estiloso pra dar um up nos dias preguiçosos, né? Tô cada vez mais devota da Santa Lolla, haha.

Do lado, minha galocha velha de guerra (resquícios da viagem pra NY em 2010!) me salvando em um daqueles dias de dilúvio curitibano. Ela já tá em vias de ser aposentada, mas se tudo der certo, vai ter que esperar mais um pouquinho porque a próxima vai ser uma Hunter!

E já que contei da mudança de emprego, uma das novidades que o emprego novo trouxe pra minha rotina foi um novo itinerário pras manhãs e fins de tarde. Sou meio exploradora urbana e, pelo menos por enquanto tô curtindo a oportunidade de conhecer melhor outras partes da cidade! É engraçado como as coisas mudam quando você supera os limites geográficos aos quais está habituada! Aliás, é bom mudar, né?

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Nécessaire de Viagem

Dando sinal de vida de novo! Fico meio longe mas sempre volto, acho que já deu pra perceber, né? É meio complicado encaixar o blog na minha rotina cada vez mais atribulada, mas sendo algo que eu curto tanto fazer, também não consigo largar!

Indo logo pro interessa que ninguém mais aguenta esse meu lero-lero, fui passar o feriado de Páscoa na casa dos meus pais em Brusque e aproveitei a bagagem “reduzida” pra compartilhar o que carrego na mala nessas situações! Quando vou pra lá sozinha, é quase sempre de ônibus, ou seja, o ideal é levar o mínimo de coisas possíveis pra não ter muita bagagem pra carregar e se preocupar. Ao mesmo tempo, como não sei exatamente o que vai rolar (Vou dormir o feriado inteiro? Sair pra passear, almoçar ou jantar com a família? Rever amigos?), preciso garantir opções pra qualquer situação, e é aí que entra a prática de anos na estrada.

Com o kit aí de cima é possível se virar em qualquer situação – a não ser, claro, em cerimônias que exijam mais “pompa”, como casamentos e formaturas, para as quais eu sempre acabo levando mais coisas. É com esse kit, também, que me viro no dia-a-dia, apesar de que em casa, como boa viciada em maquiagem, tenho muito mais opções e me divirto mais nas produções.

Produtos de boca e bochecha: gloss Duda Molinos na cor Twin Peaks, batons Duda Molinos na cor 232 – Palê e o vermelhão da linha Intense Mate do Boticário (cor 330). The Multiple da Nars na cor Orgasm (embalagem meio detonada depois de um  tempo na bolsa, humpf!) e blush da NYX na cor Peach.

Olhos: MAC Fluidline Blacktrack (pretão básico!), paleta Champagne & Caviar da NYX (só com cores neutras!), máscaras de cílios do Boticário e da Clinique e entre elas o fixador/base pra sombras da NYX, delineador de caneta preto do Boticário, lápis retrátil preto do Boticário e lápis 24/7 da Urban Decay nas cores Zero e Stash.

Pele: base HD da Tracta (minha preferida pro dia-a-dia) e DiorSkin Forever (pra situações mais produzidas), corretivo Effacernes da Lâncome, iluminador/corretivo Touch Eclát YSL, pó-base da Make Up Forever (uso por cima da base HD da Tracta) e Mineralize Skinfinish da MAC (pra dar acabamento pra DiorSkin Forever).

Pincéis de viagem e retrátil da Sigma, um de delineador fininho da Sephora e outro de um outro kit da Sigma, curvex do Boticário e pinça Tweezerman.

E pra quem achou que é muita coisa, a maior parte dessas coisas viajou, dessa vez, nessa bolsinha da The Body Shop, que vem com os famosos e super cheirosos kits de viagem da marca. Já faz um tempão que o meu kit acabou mas a bolsinha continua na ativa!

Algumas coisas também vieram nessa nécessaire do Boticário, que é a que carrego na bolsa todo dia! Esses são os itens que estão sempre comigo e garantem uma make básica pra qualquer urgência.

E por último, alguns dos produtos que uso pra cuidado com o rosto (esses que vieram numa outra nécessaire junto com produtos de banho), mas que também são mega indispensáveis! Como dá pra ver já adotei a Eudora pra vida, o hidratante pro rosto (com filtro solar!) e o pra olhos já são substitutos porque os antigos estavam acabando (mas duraram horrores!). O sabonete pro rosto líquido que vira espuma do Boticário também é só amor, e o demaquilante da Eudora admito que comprei só pela embalagem linda, mas achei ele muito muito bom pra tirar maquiagem da área dos olhos. No resto do rosto eu acabo tirando com água e sabão mesmo.

Além desses, eu também uso toda noite o Differin 0,1% que não apareceu na foto e serve pra cuidar da acne zoada que insiste em aparecer. Apesar dos meus 26 anos ainda não adotei anti-idade pra vida exatamente por causa disso, hoje em dia tenho uma relação mais tranquila com as malditas, mas depois de ter me acertado com esses produtos tenho medo de que qualquer alteração. De vez em quanto, quando a rotina tá mais light, eu troco o hidratante e a base pelo Healthy Skin Enhancer da Neutrogena que tem retinol, e nos dias que sei que vou ficar mais tempo no sol uso um protetor solar (da Neutrogena!) com fator mais forte.

É essa minha relação de amor e ódio que me fez ficar tão chata, cuidadosa e exigente com tudo que passo no rosto, pode parecer uma mega frescura, mas só quem lutou anos com uma pele super sensível (o amado Studio Fix da MAC me deixa cheia de cravos, só pra citar um exemplo!) pra saber o quanto fico feliz de dizer que encontrei aqueles que realmente funcionam comigo pra fazer um post digno e cheio de elogios.

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Sábado Cinzento Delícia

Rose Petenuci

E Curitiba voltou a ser Curitiba! Depois de algumas semanas de calor e sol sem nem um pingo de chuva, temos finalmente uma cidade gelada (ok, por enquanto nem tanto) e cinzenta de volta. E adivinhem? A volta do clima fresco é também a volta dos looks do dia por aqui. Tô começando a achar que o calor é o principal culpado pela minha falta de inspiração, já que é só ficar mais fresco pra mim me animar pra sair mais “montada” de casa!

Ontem foi dia de comprar umas lembrancinhas de Páscoa pros meus pais e avós nesse lugar muito delícia que é a loja da Rose Petenuci no Pilarzinho. Já tinha ido lá dois fins de semana atrás conhecer e me acabar nos sorvetes artesanais e aproveitei que semana que vem vou pra Brusque pra antecipar as compras já que não sei ainda se vou de novo na Páscoa pra lá. Apesar de ter uma loja ali na Praça da Espanha também, acho que vale muito a pena conhecer a sede super charmosa dessa fábrica de doces, chocolates e salgados artesanais aqui em Curitiba. É muita coisa gostosa num lugar só… se eu não tivesse nessa fase barrinha de cereal e salada juro que tinha me acabado mesmo! Não é muito barato, mas é tudo tão gostoso que vale o preço.

Rose Petenuci

Saindo da lojinha o Rafael me levou até o prédio da Reitoria da UFPR onde ele faz as aulas do mestrado pra bater umas fotos. Já falei aqui que gosto muito desses prédios modernistas, né? Aquela região central da cidade é cheia deles.

Na Reitoria da UFPR

Na Reitoria da UFPR

Na Reitoria da UFPR

Pra combinar com o clima cinzento e fresquinho, durante esse passeio eu usei esse oxford Beth Bruno que comprei faz bastante tempo numa feira de sapatos direto de São João Batista – pólo calçadista catarinense – que acontece em Balneário Camboriú por uma pechincha, meia-calça preta fio 40 Lupo, saia e bolsa da Renner e cardigã Maria Filó para C&A (enfiei o pé na jaca e comprei esse cardigã, a jaqueta de “couro”preta e a camisa com estampa de prédinhos da coleção, que não gostei no lookbook mas achei super amor na loja! <3). Ah, e tinha uma blusinha branca básica por baixo do cardigã também.

Essa bolsa estilo “bucket bag” surgiu na minha vida no fim do ano passado, e eu uso muito, muito mesmo, por um motivo bem justo: ela nem parece tão grande, mas cabe o iPad ou a minha câmera dentro de boa e mais todas as tranqueiras que eu levo por aí. Também gosto um tantão dessa costura que meio que lembra art decó. Ainda está nas lojas, tem bege também e custa algo como R$89,90.

P.s: Todas as fotos foram batidas por mim e pelo Rafael usando a minha Canon T2i com lente 50mm f/1.8 e editadas usando o Photoshop (correção de cor e essas coisas no Macbook mesmo) e o aplicativo Diptic no iPad (pra fazer as montagens e colocar bordinhas!).

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Happy Hour no Txapela

Já que tá difícil me empolgar pra bater as tais fotos de looks e falar de coisas de mulherzinha, pra não abandonar isso aqui só me resta continuar o papo sobre coisas aleatórias. Faz umas semanas que descobri graças ao pessoal do meu trabalho esse bar/restaurante que abriu ano passado aqui em Curitiba e que já ganhou meu coração! Como eu mesma costumo visitar vários lugares graças a posts que vejo por aí (não só em blogs, mas também no Foursquare, no Instagram e até no Twitter), resolvi usar esse espaço pra compartilhar também essas dicas!

O apelo do Txapela (que fica no centrão de Curitiba, pertinho da Casa Andrade Muricy) é a culinária do País Basco ou seja, daquela região histórico-cultural (obrigada Wikipedia pela definição) cortada pelos Pirenéus que fica na fronteira da Espanha com a França e que tem características muito próprias. O foco são as tais tapas (aperitivos), e todo dia até as 20horas rola happy hour com double de chopp da Heineken e dos montaditos, pelos quais já declaro o meu amor.

A descoberta é recente, mas adorei todos os que experimentei! Os meus favoritos são esse da última foto, de queijo brie com geléia de damasco, e os que tem frutos do mar (polvo, camarão), mas são muitas opções inclusive pra quem não curte nada disso (carne, bacon, ovinhos de codorna fritos, jamon e cia também fazem parte das opções!). Cada torrada como essa da foto custa R$4,50, mas como adiantei, até as 20h você pede mais um e paga 1 centavo por ela!

O lugar também serve paella e espetinhos mas não provei nada disso (por enquanto!). Se você for em galera acho muito válido curtir os chupitos no balcão, que nada mais são do que shots de bebidas servidos por um barman com fogo e todas essas alegorias! Enfim, um lugar bem bacana pra happy hours e essas coisas aqui em Curitiba. Fica a dica.

O Txapela fica na Ébano Pereira, 269, e o site é esse aqui.

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Feriado de Carnaval

Já que tá difícil fotografar looks e outras coisinhas mais temáticas (esse era pra ser um blog de coisas de mulherzinha, alguém lembra?) vou usar esse espaço pra compartilhar um pouco do que tenho feito da vida! Pelo menos assim o espaço não fica tão abandonado, né?

Fim de semana retrasado (perder o timming do post é comigo mesmo!) foi Carnaval e pela primeira vez nos últimos anos acabei passando o feriado em Brusque, na casa dos meus pais! Eu e o Rafael até pensamos em programar uma viagem mais bacaninha, mas com ele prestes a largar o trabalho pra se dedicar ao mestrado, os planos foram adiados! Mesmo assim deu pra aproveitar bastante.

Como a previsão era de muito sol e calor, optamos por viajar na madrugada de sexta pra sábado pra fugir do tradicional trânsito da descida pro litoral. Valeu a pena chegar cedinho, descansar… e pular na piscina no final da tarde (fugindo do sol e aproveitando o último final de semana com horário de verão!).

Aproveitei o clima pra fotografar alguns dos meus favoritos “do verão”. O óculos é Hang Loose, presente de Natal dos meus pais (ganhei no final do ano passado) direto de uma surf shop brusquense! Haha, apesar desses itens temáticos não fazerem muito o meu estilo, achei o desenho desse bem bonito e o preço era super bom! As alpargatas da Havaianas foram compradas num impulso consumista, admito que tenho dificuldade de combinar com as roupas do meu cotidiano urbano aqui em Curitiba, mas super combina com um fim de semana mais desencanado e vestidinhos florais, e quebra um ótimo galho no lugar da pantufa pra circular pelas redondezas de casa de vez enquanto (a costura machucava o meu pé, problema resolvido graças ao adesivinho da Dr. Scholls que vocês vêem na foto).

O esmalte de glitter é o Milani Jewel FX na cor Gems (comprei na Cherry Culture junto com umas tralhas da NYX), bem carnavalesco, super curti o efeito mas ele é uma tragédia pra tirar! De qualquer maneira, adorei usar assim, com esmalte nude por baixo. E por último, eu e o Rafael aproveitando a piscina (uma das coisas favoritas do verão ever).

No domingo acordamos cedinho e fomos com os meus pais até a Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos. Apesar de não ser tão conhecida nem famosa quanto outras praias do litoral catarinense, nos últimos anos Palmas é de longe a minha favorita.

Não que eu não goste das praias de Bombinhas (quando era pequena meu vô materno tinha casa praquelas bandas, o que quer dizer que praticamente cresci lá!) e algumas praias de Floripa (de Itapema pro norte de SC eu dispenso), mas das últimas vezes que fui (provavelmente na época errada!) elas estavam super-cheias e o acesso era uma tragédia. Praia lotada, tô fora.

Ainda bem que Palmas ainda é um desses lugares meio secretos (mais cheia a cada ano, mas não chega nem perto das outras!), com areia limpa e água verdinha. A manhã lá foi uma delicinha. Fazia uns dois anos que eu não ia pra praia, então aproveitei até o sol deixar. No comecinho da tarde recolhemos o acampamento, fomos almoçar num restaurante ali perto e zarpamos pra casa.

Segunda-feira aproveitei pra dirigir em Brusque (que perigo!) e até que foi divertido. Tenho um certo trauma de direção, apesar de ter carta desde os meus 18 anos. Já tô na segunda permanente e entro em pânico só de pensar em sentar no lugar do motorista. Felizmente decidi que de 2012 esse medo não passa! Tô fazendo umas aulinhas de reciclagem na auto-escola e tentando ganhar mais prática pra enfrentar o trânsito curitibano.

Aproveitei as últimas horas na cidade pra matar mais um pouco das saudades e voltamos pra casa pra curtir o resto do feriado em Curitiba (que por sinal nos recebeu com uma trovoada tensa!). E foi isso.

Pelo menos pra mim acho que o verão já tá acabando e o ano começa “pra valer” agora. Esse final de semana rolou casamento de um casal de amigos super-fofos e eu bem que queria ter batido foto do look, mas como enrolei pra começar a me arrumar tudo acabou sendo uma super correria! Blogueira #fail total, mas não queria entrar na igreja junto com os noivos, sorry!

Minha pós recomeça essa semana, e eu também refiz a matrícula da academia, o que quer dizer que se eu sumir de novo por aqui já dá pra imaginar por onde ando! Mas como sempre, prometo que volto. =p

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Imunoterapia e um pouco de vida.

Já se passaram mais de 2 meses desde a última vez que atualizei o blog, e apesar de ter sumido, não foi por falta de novidades. A verdade é que o final de ano e o meu aniversário sempre me deixam mais introspectiva… tanto que acabei preparando alguns posts que ficaram salvos nos drafts por pura falta de vontade de compartilhar as coisas.

E já que não postei desdo final do ano… ele é sempre meio tumultuado pra quem trabalha em agência, e o meu mais uma vez não foi muito diferente. Entrei de férias no dia 16 de dezembro, mas acabei ficando em Curitiba até o dia 20 porque já tinha agendado uma consulta com o alergista no começo do mês, e quando soube a data das férias não consegui adiantar a consulta. É mais ou menos sobre isso o primeiro post de 2012.

Pra quem não sabe, desde outubro do ano passado estou fazendo imunoterapia. Depois de pelo menos 6 anos sofrendo com uma rinite DO MAL, que me fez parar no hospital inúmeras vezes e engordar uns 8 quilos por causa dos corticoides que tomava pra controlar as crises (cada vez mais frequentes), resolvi “investir” em mim. É, investimento, porque essas vacinas não são nem um pouco baratas e é um tratamento longo, mas tenho que admitir que mesmo no começo, os resultados já são bem perceptíveis.

Sou alérgica desde que me entendo por gente, mas por algum motivo que não consigo explicar, a coisa só piorou depois que sai da casa dos meus pais, ou seja, depois dos 19 anos. E o mais bizarro de tudo, as maiores crises que eu tive foi enquanto estava lá, visitando eles.

Já tinha ido nuns 4 alergistas diferentes nesse período, e todos os exames davam basicamente o mesmo resultado: sou MUITO sensível a ácaros e um tanto sensível a pólen (de grama!). Coisas perfeitamente evitáveis, só que não. Sempre me indicavam fazer a tal da imunoterapia com vacinas, mas até bem pouco tempo atrás a única opção disponível era injetável, o que atrapalhava bastante.

Em Londrina, fui numa alergista que sugeriu o tal tratamento, sendo que eu teria que ir todos os dias de manhã até na clínica pra uma enfermeira aplicar a vacina, durante os 6 primeiros meses. E claro, além de pagar pela vacina teria que pagar por toda essa infra-estrutura. Por falta de verbas e pelas dificuldades de locomoção optei por continuar com os corticoides.

Só que eles serviam mais pra controlar as crises (e me deixar inchada) do que resolver o problema. E acordar (ou não dormir?) com os olhos inchados, nariz trancado… enfim, quem já teve alergia sabe como é esse sofrimento. Já tava me conformando com a ideia de fazer o tal tratamento e tomar injeções diárias quando fui procurar mais um médico que falou das tais vacinas sublinguais, que eu poderia guardar em casa (na geladeira!) e aplicar por conta própria.

Estou no meio do terceiro vidrinho (cada um dura mais ou menos um mês) e os resultados tem sido bem satisfatórios, meu nariz tá menos inchado, sinto mais cheiros e respiro infinitamente melhor. Acho que fiquei tanto tempo alérgica que nem lembrava mais disso. Mas como nem tudo é um mar de rosas… a cada troca do vidro (por um de concentração maior) sofro bastante com sono, cansaço, dor-de-cabeça (e um consequente mal-humor). Espero que ao longo desses 3 anos de tratamento esses sintomas sejam amenizados, mas só de dormir melhor no resto do tempo já fico aliviada.

Fora isso a vida segue…

Dia 20 de dezembro fui pra Brusque, onde fiquei por uma semana na casa dos meus pais (incluindo o Natal, que no meu caso é sempre uma mega reunião da minha família materna no dia 24 à noite e um almoço – que esse ano foi bem bacana – com a minha família paterna no dia 25!), e de lá fui pro norte do Paraná (Londrina e Cornélio Procópio), onde passei uns dias com os pais do Rafael. Voltei pra Curitiba no dia primeiro, dia 2 completei 26 anos de vida e dia 3 voltei a trabalhar.

Ah, no final do ano o Rafael passou no mestrado de design da UFPR, e em breve ele vai largar o emprego pra voltar a ser estudante-bolsista e freelancer, o que quer dizer que vou ter um marido dono de casa!

O ano mal começou (ok, janeiro já tá quaase acabando!) e eu já tô na correria, mas vou tentar voltar postar uns looks mais inspirados aqui de vez enquanto (e postar mais sobre a vida também…).

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