Batons Cor-de-Rosa

1 set

Acho que comecei a gostar de batons ali por 2008, quando conheci os com acabamento matte e satin da MAC. Antes disso achava uma coisa meio brega, que a minha mãe usava… mas nada me impediu de mudar de opinião. O primeiro batom que comprei (na vida!!!)  foi o Pink Nouveau no Free Shop da volta de Buenos Aires. O “hype” em torno dele não existia ainda, falei pra moça que queria um batom rosa bacana, ela me mostrou esse, eu me apaixonei e comprei. Admito que não uso muito, mas foi assim que a paixão começou.

Hoje tenho uma pequena coleção, que também inclui nudes, laranjas/corais e uns vermelhos perdidos. Mas os meus preferidos são os rosas mesmo, então são também os primeiros a aparecerem aqui! Eu sei que swatches na boca mesmo são mais divertidos e melhores de visualizar. Mas ando meio corrida e no fim, não é todo mundo que tem a mesma cor de pele ou na boca. Prefiro colocar todos lado a lado pra visualizar as diferenças e semelhanças!

Minha coleção inclui Revlon, Duda Molinos (da linha nova), MAC, Panvel, Koloss e Yes. Admito que não piro muito em ter batons caros, os da Nars e da Illamasqua são bonitos sim, mas não são minha prioridade (até porque acho que já tenho batons demais pra uma boca só). Os da MAC vieram primeiro, mas hoje em dia meu preferido são os baratinhos.

1. e 2. Pink Nouveau e Please Me da MAC: dos batons da MAC, adoro a textura Satin e detesto a Matte. De toda a linha, o meu preferido é o Myth, que não entra no post pq é nude. Até gosto da cor do Please Me mas como é matte, acho bem difícil de usar. Comprei um pelo Free  Shop e outro pela internet. Jamais pagaria o valor deles no Brasil.

3. Cor 205 da linha nova do Duda Molinos: textura super boa, duração excelente, preço nem um pouco amigo. Mas acho a qualidade deles até melhor que os batons da MAC então até vale o preço. Adoro essa tom por ser um pouco mais dramático (vejam como é um rosa bem intenso na pele).

4. Pink Indulgence da Revlon Color Stay: é mais molhadinho que todos os outros batons que tenho, e não tão rosa quanto parece. A cobertura deixa um pouco a desejar, mas acabo gostando dele por ser bem natural. Reparem como na pele ficou parecido com o Please Me (mas a textura é completamente diferente). Comprei numa Duane Reade em NY por um preço justo.

Os baratinhos que eu amo:

5. Inspiração, da Panvel

6. Rosa Chiclete Mate da Koloss

7. Rosa Chiclete Yes!

Os dois primeiros tem uma vibe meio Snob (batom famoso da MAC), rosa clarinho frio com acabamento mate. O da Panvel é mais fácil de passar que o da Koloss, que é um pouco mais esbranquiçado e bem mais seco. Os dois rosa chiclete (Yes e Koloss) tem o formato da embalagem bem parecido (com acabamentos diferentes), e como vi no plástico que veio em volta que o da Yes é de uma fábrica terceirizada, desconfio que o Koloss venha do mesmo lugar (até pelo preço bem semelhante). Todos eles custaram menos de R$15 reais (o mais baratinho é mesmo o da Panvel, apesar de ser o mais inacessível tbm).

A Panvel é uma rede de farmácias que tem em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, e também vende online. Eu sempre comprei nas lojas mesmo, mas muitas vezes algumas cores são difíceis de achar. Koloss é bem fácil, mas sempre noto a ausência do Rosa Chiclete no meio da linha mate (acho que ele deve esgotar mais rápido que o resto). Comprei na Brilhantina perto de casa. A Yes! abriu uma lojinha aqui em Curitiba (com tudo pra testar!) no Metropolitan – perto do meu trabalho – e assim que soube corri ali pra ver e arrematei esse batom, já tinha lido que lembrava o Chatterbox da MAC, quase comprei na viagem mas desisti porque não era prioridade, é o que eu mais tô usando já que é fácil de passar e dura muito!

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Tarde ensolarada (e quente!) em Curitiba

29 ago

O clima dessa cidade é maluco! Depois dos meses de frio, de semanas congelando, tivemos dias de mega calor essa semana… quase verão! E claro que todo mundo amou no começo, e ninguém nunca vai reclamar quando o sol dura até o fim de semana. Mas, pra ser do contra,  já tô achando que o friozinho pode voltar (de leve!). Apesar do dia bonito, passei boa parte do meu domingo trabalhando e estudando pro trabalho, e só sai no fim da tarde pra tomar um Mokaccino Expresso no posto que tem aqui na frente e dar uma esticada nas pernas. Claro que aproveitei a luz bonita e o namorado disponível pra tirar fotos e postar aqui.

Apesar da moda dos vestidos com estampas florais e étnicas estar começando a “bombar” mesmo nessa temporada, tenho esse modelo da Seike faz um tempão (um ou dois anos) e adoro usar em dias mais fresquinhos. Acrescentei o cinto da Renner pra dar uma graça a mais. O colar é da Acessorizze, o oxford é meu amado da Urban Outfitters e a tiara veio direto das lojinhas de bijuteria do centro pra me ajudar nos dias preguiçosos.

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Cinza Rocker Arezzo + Reflexos Dourados Colorama

28 ago

Mais uma vez: não abandonei o blog!!! Queria ter tempo pra manter uma freqüência de posts maior, domingo passado cheguei a bater algumas fotos e deixar coisas separadas nos rascunhos, mas a correria no trabalho foi tão grande que mal tive tempo de olhar o meu feed de blogs, quem dirá de abrir o WordPress pra escrever algo… #fail total!

A parte boa é que a semana foi mega-inspiradora lá, muito trabalho e muitas responsabilidades, mas também muito aprendizado. Admito: tô cansada mas tô realizada. Como destaque, uma das partes mais legais dessa semana foi assistir uma apresentação na quinta de manhã num cliente que é, digamos, a “conta” principal que eu atendo, com diretores nacionais e o diretor mundial de eBusiness (sim, rolou até palestra em inglês, e tive uma ótima oportunidade pra colocar em prática o English for Business que estudei na Kaplan). Sai de lá com a cabeça funcionando em 220v. Adoro.

Não bastasse a correria, comecei hoje de manhã (8h de sábado!) um curso de SEO que tá rolando na PUC-PR. Dia 11 tem mais, e vai ser o dia inteiro (manhã e tarde). 4horas de aula e já fiquei com vontade de fazer mudanças aqui no blog (que pra quem não sabe é minha cobaia) e levar ele de novo pro WordPress instalado no servidor… mas como isso demanda um pouquinho de tempo, vou planejar as coisas devagar e me programar direitinho! De qualquer maneira, aguardem novidades…

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Apesar de tudo, olha que bacana, o esmalte que eu usei ficou INTACTO de domingo até quinta-feira a noite. Isso não é mega-incrível? Minhas unhas começam a descascar sempre no dia seguinte, quando não no mesmo dia que eu pinto… mas essa combinação durou… durou tanto que eu fiquei segurando o post pra ver até quando ela ia durar e vir aqui contar! A primeira lasquinha (mínima) apareceu na quinta a noite. Na sexta pela manhã apareceram outras e acabei tirando… mas fiquei bem feliz com a duração! No fim, a Arezzo cumpriu o que prometeu: esmalte de longa duração com secagem super-rápida. Custa 10 reais, é verdade, e eu admito que comprei num impulso consumista. Mas é bem digno, não me arrependi não!

O Cinza Rocker é um cinza meio metálico, não tão metálico quanto o Tóquio (um metálico bem cremoso, saca?). Gostei bastante da cor dele sozinha, é bem brilhante e tal, mas acabei passando os reflexos dourados pra ver no que dava (gosto de misturas e esmaltes exóticos…) e curti o resultado!

Acho o vidrinho dos esmaltes da Arezzo um charme também (e o pincel é pequeno mas é super fácil de usar).

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Dia dos Pais!

8 ago

Ok, nem vou justificar a ausência. Mentira: trabalho, frio, preguiça, falta de assunto e problemas.

Mesmo com isso tudo-ao-mesmo-tempo-agora, tive que ir dar aquele abraço de Dia dos Pais no meu pai, que apesar de tudo (tudo mesmo) é um paizão. Claro que nenhuma família é perfeita, mas, no caso, posso afirmar que quando olho pra mim e principalmente pro meu irmão e tenho conversas como a que tivemos ontem quando ele foi me buscar na rodoviária de Itajaí, só posso dizer que tenho muito orgulho da minha família. Pode não ser perfeita, mas meus pais criaram filhos com princípios e valores. Teimosos a beça, com certeza, e provavelmente um tico inseguros, claro (como todo mundo que tem princípios e valores). Sei que devo boa parte disso a eles e mesmo que provavelmente ele não vá ler nada disso aqui, faço questão de declarar meu amor e orgulho publicamente.

Depois de uma rápida passagem por Brusque pra visitar meus avós paternos, passei o domingo na casa de campo do meu tio em Barra Velha. A família da minha mãe (que não é nada pequena) resolveu se reunir pra passar essa data próxima… fez um dia bonito e, claro, resolvi usar o timer da câmera pra bater umas fotos e atualizar isso aqui, já que o Rafael ficou em Curitiba.

Camiseta e cardigã Zara, jeans Opera Rock, bota Arezzo, echarpe Renner, jaqueta H&M, óculos e bolsa Marc by Marc Jacobs (a bolsa é Special Items).

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E já que falei que a minha família materna é grande… não estava todo mundo lá, e como homens são todos anti-sociais, só rolou foto “da mulherada” presente. Minha Vó, quatro das cinco filhas (a quinta mora no sul de SC e não teve como ir!) e algumas netas que são filhas dessas filhas e dos outros cinco filhos que minha Vó teve. E logo abaixo, Paulinha, Ju, Ana e Nina e eu, num momento “encontro de primas”.

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Baladinha light

1 ago

Pra quem não sabe: já fui da balada. Anos atrás, quando fiz pré-vestibular em Curitiba mesmo, e até antes disso, na época que estudei na Univali, admito que saia bastante de casa pra agitar na “vida noturna”. Sempre gostei de noites mais alternativas, e junto com ótimas amigas me diverti um tantão no Open de Balneário Camboriú (bons tempos!) e no antigo Korova aqui na capital. Ah, antes ainda disso cheguei a frequentar o Baturité (é…) com amigas do colégio nas férias e tal.

Há mais de 4 anos, casei e sosseguei. Hoje em dia, prefiro sentar num bar e conversar a ir prum lugar lotado, mesmo que tenham nos livrado do temido cheiro de cigarro. Só saio de casa pra ver bandas que eu goste ou encontrar amigos. Sempre eles… até preferia tomar um café em algum lugar gostoso (tenho 70 anos, oi) , mas não tenho culpa se eles insistem nessa vida. Então, ontem, em nome da minha vida social e das poucas amizades que restaram (rs), sai de casa.

Aproveitei uma parede livre aqui no apê e bati umas fotos antes desse momento legendário… infelizmente a luz da minha sala não é das melhores e a gente estava com um pouco de pressa pra ajeitar isso!

Perceberam que cortei o cabelo? Não era bem o que eu tinha pensando, sempre que corto nesses últimos tempos ou me arrependo de não ter mudado nada ou acho que tirei muito do comprimento! Pior que pedi pra cabeleleira desfiar o meu cabelo e sai de lá assim. Vontade própria demais pra uma profissional, será? Vou deixar crescer mais um pouco de novo e ir em outro lugar… ano que vem!

A jaqueta de couro é Michael Kors (comprei no outlet Century 21 em NY – achado!), o vestido é H&M (custou uma pechincha, algo como 13 dólares!), meia-calça com estampas gráficas Lupo, botinha Arezzo , mini-bolsa Marc Jacobs Special Itens e relógio Mormaii.

Contrastando com tanto preto e cinza, esmalte 902 Craving Coral e batom Pink About It,  ambos da Revlon. Acho que não rolou perceber nas fotos processadas digitalmente – mas esse esmalte é bem lindo, um vermelho meio laranja assim com um fundinho pink, e o batom, apesar do nome, é bem coral. Olha a musa Vic Ceridono usando.

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Perfumes!

30 jul

Se existe um motivo pelo qual nunca escrevi sobre isso aqui é porque considero uma coisa bem pessoal. Mais até que do maquiagem, já que perfumes tem muito de química com a pele, gostos pessoais e tudo isso. E enquanto maquiagem dá pra fotografar e mostrar como ficam as cores – pelo menos no meu tom de pele – como fiz em alguns posts sobre blushs e sombras, perfumes vocês vão ter que confiar nas minhas impressões e ponto.

Além de tudo, não sou a maior fã nem digo que não viveria sem eles. Eu só gosto. De manhã, depois do banho, antes de dormir, acho que no geral eles ajudam com bem-estar e dão até um ânimo a mais. Admito que mesmo sem ser muito fã, acho que se estiver com uma roupa meio furreba mas com um cheirinho bacana, já me sinto melhor. Ou seja, não me incomodo tanto assim de investir em perfumes se eu realmente gostar… Antes desses que vou mostrar aqui, tive vários outros, entre eles o 212 Sexy da Carolina Herrera, que apesar de ter gostado bastante quando vi uma prima usando (nela), em mim não rolou e acabei passando adiante, e dois kits Z Y X da Natura que eu gosto muito (usei os dois até o fim!) e sei que, cedo ou tarde, vou acabar comprando de novo. Dos nacionais, são de longe meus favoritos e acho que tem um ótimo custo-benefício, já que até a fixação (pelo menos em mim) é super boa!

Atualmente, são esses os sobreviventes que tenho na estante e uso tanto no dia-a-dia quanto em ocasiões especiais (foram todos comprados em freeshops ou em viagens, por isso não tenho a menor idéia de quanto custam – ou mesmo se estão disponíveis – no Brasil):

1. Nina Ricci – Nina: Vidro mais lindo! Tenho a versão de 50mls. Pra mim é muito, já que o cheiro dele é bem forte, não dá pra ficar usando muito nem todo dia! Ok, isso é questão de gosto, mas eu fico feliz com pouquíssimas sprayzadas (uma na nunca, outras duas nos pulsos). Fazem dois anos que comprei e tá pela metade. Compraria de novo com certeza!

2. Hugo Boss – Deep Red: Perfume de todo dia, não tenho de coragem de dizer que é o meu favorito porque amo o Nina também, mas foi o primeiro perfume que me apaixonei. Quando comprei o 212 Sexy que nem tenho mais, ganhei uma amostra dele (daquelas com vaporizador de 5mls) que usei até o fim e tive certeza que precisava do vidro grande! Comprei junto com o Nina quando fui pra Buenos Aires em julho de 2008, mas quando tava pela metade comecei a alternar com outros porque né, é meu cheiro favorito. Não é tão forte nem tão marcante como o Nina, mas também não é um perfume-nada. Ele tem cheiro de perfume sem ser enjoativo e sei que vou usar ele pra sempre.

3. Marc Jacobs – Daisy: A versão que tenho é roll-on, comprada na Sephora. Como não uso muito perfume (ou seja, eles demoram pra acabar), e tenho os dois de cima em versão 50mls , resolvi comprar pra experimentar e também pra levar em viagens. O cheirinho é bom, mas acho bem invernal, assim. Ou seja, forte! Gosto da versão roll-on que eu tenho pros dias que a rinite tá mais atacada.

4. Philosophy – Amazing Grace: Assim como o Daisy, tenho a versão menor pra viagens, um vidrinho de 15 mls encontrado perto dos caixas da Sephora da Union Square. Segundo o site da própria Sephora, é um perfume “soft”, ou seja, mais suave. Acho super simpático e curto que ele não deixa aquele cheiro de perfume, é algo bem natural e básico, do tipo “que cheiro bom que você tem”, e não “qual perfume você está usando”. O vidrinho tá pela metade e vai bater um desespero logo logo já que esse acho que não tem mesmo no Brasil.

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Pesquisando descobri que tanto o Deep Red quanto o Nina são considerados fragrâncias florais-frutais, também conhecidos como cítricos-florais, ou seja perfumes que tem cheiro de flores com um toque cítrico. Desconfio que seja por isso que eu goste tanto deles. Do meu conjunto amado da Natura Faces, o Z é cítrico, o X é floral e o Y é “adocicado”.

O 212 Sexy que não rolou em é oriental-amadeirado. Isso explica muita coisa e principalmente me faz desistir de vez do Miss Dior Cherie, que também é amadeirado.

O Daisy e o Amazing Grace são perfumes florais e admito que apesar de gostar acho que são um pouco enjoativos. Ausência das notas cítricas? Hm, acho que tô finalmente começando a entender melhor minhas preferências aromáticas depois dessa pesquisa! ;D

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Cashmere Colorama + Reflexos Dourados + Matt Plus

15 jul

Ok, dessa vez não rolou foto segurando um vidrinho porque a cor das minhas unhas é uma super-combinação! Andava com dificuldades de acertar fazendo as unhas em casa com esmalte escuro, e todo mundo sabe que é bem mais fácil acertar com esmaltes clarinhos! Por isso apelei pro Cashmere da coleção Urban da Colorama, nude que pra mim fica bem nude mesmo, com uma mão do Reflexos Dourados também da Colorama e o Matt Plus da Big Universo pra dar essa cara diferente e sair um pouco do comum já que esmalte nude é meio chato (eu acho!). Fiquei feliz com o resultado, tenho o Matt Plus faz um tempão, preciso experimentar mais com ele. Só acho que faz muita caquinha já que “amolece” o esmalte por baixo…

Ah, e apesar de tantas demãos, não ficou nada grosso, o que é um pequeno milagre!

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Sombras da Linha Intense

15 jul

Outro dia, sismei que queria uma sombra azul escuro meio metálica e na hora lembrei da que existia na linha Intense do Boticário. Gosto bastante das makes do Boticário, mas nunca tive coragem de pagar o preço dos trios de sombra da coleção normal, por isso fiquei mega feliz quando lançaram essa coleção versão “econômica” das coisas deles. Além dessa sombras, tenho o delineador que acho bem prático e digno pelo preço.

A sombra verde tenho faz um tempinho, comprei pra usar na minha formatura em março… as duas tem uma pigmentação bem decente e um acabamento meio brilhoso que tenho até gostando ultimamente. Uso com um pincel chanfrado molhado pra delinear os olhos (no lugar de delineador). Antes, uso o Primer Potion da Urban Decay e uma sombra opaca cor da pele porque tenho as pálpebras oleosas. Tenho usado essa combinação pra trabalhar e dura um tempão. Como as cores ficam bem escuras, é uma alternativa pra usar make mais escura nos olhos sem ter que ficar nos já-meio-clichês marrons e preto! Eu bem que queria usar menos maquiagem, mas, pra quem não sabe, tenho quase 1/4 de século e todo mundo sempre me dá pelo menos cinco anos a menos! Sim, uso maquiagem escura pra ficar mais velha e adulta! ;p

A azul  escura tem uma cintilância azul e um fundinho meio chumbo quando esfumada e a verde é um verde meio militar/oliva com cintilância dourada. Dá pra perceber? ;D

O único porém com elas é que acho que não esfumam tão bem assim! Digo, a cor fica bonita quando está forte e concentrada mas na minha opinião não rola esfumada! Pra esse uso, prefiro as da Urban Decay e da Revlon em cores mais neutras (a minha preferida pra esfumar é sem dúvida a Toasted da UB) que infelizmente não são tão acessíveis assim…

P.S.: O quebradinho na sombra verde é porque tentei “desempotar” pra colocar numa paleta, mas não rolou e desisti antes de esmigalhar mais a coitada. A parte mais escurinha na azul é porque molhei antes de usar hoje de manhã! ;)

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Sábado Preguiçoso

10 jul

Mal voltei a ter uma rotina e já tô amando sábados! Se antes me preocupava um tanto sobre que roupa vestir, já que fim de semana era o único dia que saia de casa pra fazer algo, agora tô curtindo essa preguiça de pensar. Aliás, tô bem feliz com meu trabalho novo, com as oportunidades e mudanças na minha vida! Tão bom me sentir produtiva e útil. ;)

Sábado, pra quem é casada (ou mora longe dos pais) e trabalhadeira é dia de fazer a faxina atrasada e lavar roupas. Como não queria fazer mais bagunça do que já temos na cozinha, optamos por almoçar no Zapata, um dos meus lugares favoritos aqui em Curitiba, onde rola uma sequência de pratos mexicanos super digna! Felicidade com sabor de guacamole!

Combinação fácil mas ainda sim moderninha: meia-calça Lupo, galocha Capelli comprada na Urban Outfitters, maxi camisa/vestido  e jaqueta de couro (fake) H&M, bolsa de mão/carteira comprada no Beacon’s Closet (brechó em NY).

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Vestido de renda da Renner

4 jul

Lembram do post onde contei a história do Trovãozinho, Fusca 75 comprado pelo Rafael em março? Bom, se não leu ainda, recomendo a visita ao post onde contei um pouco da minha história com o Rafael e de como o Trovão entrou na nossa vida! Até tentei resumir, mas é história é longa… respira fundo e vai lá!

Sei que vou ser julgada por ser praticamente casada um cara que anda de Fusca (faz parte!), mas a verdade é que a gente tem milhões de outras prioridades e definitivamente, carro não faz parte disso agora! Só que em Curitiba viver sem carro ficou impossível. Nem as calçadas ajudam na hora de trazer as compras do supermercado pra casa! Quem dirá depender de ônibus quando você precisa ir até algum lugar longe das linhas principais.

Mesmo assim, durante a semana (normalmente) o carrinho fica na garagem. Agora nós dois trabalhamos no centro (tô empregada, uhul \o/) e vamos de ônibus pra lá. Moro há uma quadra dos bi-articulados e meu trabalho fica super perto também. 15minutos e tô lá, sem ter que me preocupar com estacionamentos.

A rotina só foi meio diferente nas últimas semanas porque fiz um curso (de pouco mais de um mês de duração) de Coolhunting na Lemon School que fica no Alto da XV à noite e o Trovãozinho foi uma mão na roda porque lá é longe dos ônibus e meio perto da rodoviária (=tenso). Como eu não dirijo (apesar de ter carteira de motorista!), segundas e quartas o Rafael me buscava e me trazia em segurança pra casa!

Fora essas eventualidades, a gente só tira o carro da garagem aos fins de semana pra dar umas voltas por aí, fazer compras e essas coisas. Não tenho vergonha de andar de Fusca, até porque é uma questão de prioridade (e orçamento!). Não é o ideal, é verdade, mas carro é uma bela maneira de se acomodar. Sou muito nova pra ficar acomodada, gosto um monte de andar por aí, ver a cidade mudando e tudo isso. Carro é uma coisa muito louca, né? Quando vou pra Brusque, vejo meus pais e meu irmão completamente dependente deles numa cidade muito menor e fico meio aliviada de saber que ainda dá pra se virar aqui sem (apesar de tudo).

Hoje a gente saiu pra tomar café (fomos no Brooklyn Coffee Shop no São Francisco – super indico!) e fazer compras (sou muito dona de casa!) e aproveitei o estacionamento do supermercado pra bater essas fotos e mostrar o vestido rendado que comprei na Renner ontem! Tô adorando essa tendencinha mais romântica pra virar mulherzinha, achei bem conveniente!

O vestido de renda é da Renner, o cardigã veio da liquidação da Zara (tenho vários deles – amo!), o cinto de lacinho comprei numa loja do Shopping Estação que não lembro o nome, meia calça fio 40 opaca da Lupo, bolsa da Zara, Oxford H&M e relógio Michael Kors.

E esse é meu motorista e fotografo particular – o dono de Fusca mais charmoso de Curitiba!

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